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quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

PERÍCIA FORENSE COBRARÁ R$ 314 POR LAUDO EM ACIDENTE; SAIBA QUEM TERÁ DE PAGAR


















Órgão passa a oferecer serviço a partir deste ano, conforme estabelece lei. Detran oferece, sem custos, laudo de acidentes quando não houver vítima.

O serviço da Perícia Forense do Ceará (Pefoce) para emitir laudo de ocorrência de trânsito com danos materiais custará R$ 314. O laudo será emitido em caso de acidentes com feridos. Até o ano passado, o serviço era ofertado apenas pelo Detran, e a Perícia Forense realizava laudos apenas de processo criminais, quando havia feridos ou vítimas em acidentes de trânsito.
Caso o motorista acione o Detran em acidentes sem feridos ou mortos, o serviço segue sem taxas. Se houver feridos ou vítima, a Perícia Forense deve realizar o laudo; caso o motorista opte por um processo envolvendo apenas danos materiais, o custo do serviço é de R$ 314. Se o motorista solicitar um laudo criminal, o serviço não terá custos.

De acordo com o coordenador da Perícia Criminal do Ceará Rômulo Costa, o custo deve pago pelo interessado no serviço, independente de quem seja o responsável pelo acidente de trânsito.

Fonte: G1Ce

Reajuste de servidor custa R$ 50 bilhões até 2019


dinheiro_sacosA folha de salários de servidores vai aumentar R$ 50 bilhões até 2019, diante dos reajustes acertados entre o governo e o funcionalismo. A estimativa inicial era de que o custo adicional seria de R$ 32,2 bilhões, mas a opção do Ministério do Planejamento de conceder aumentos diferenciados exigiu a revisão das contas. Os gastos com a folha vão saltar de R$ 151,5 bilhões, em 2015, para R$ 201,5 bilhões quatro anos depois.
Os maiores beneficiados pela mudança de postura do governo foram os militares e as carreiras típicas de Estado, que terão reajustes médios de 27,9%, escalonados. No caso do carreirão, que pega a base do funcionalismo e agrega o maior número de pessoas, o aumento será de 10,8%, sendo a primeira parcela, de 5,5%, paga em agosto deste ano e outros 5%, em janeiro de 2017. Esses servidores terão que abrir uma nova frente de negociação no ano que vem.

Caixa pode ter que pagar R$ 8,5 milhões por propaganda enganosa


dinheiro bloqueadoResponsável pelo sorteio da Mega-Sena da Virada, a Caixa Econômica Federal pode ter que desembolsar um novo valor milionário por ter veiculado propaganda enganosa.
De acordo com o Procon-RJ, responsável pela autuação, o prêmio pago foi de aproximadamente R$ 246 milhões, no entanto, peças publicitárias na TV e em cartazes que estimavam o prêmio de R$ 280 milhões. O Procon-RJ alega que as informações não estavam claras.

Câmara gasta R$ 14 milhões com combustíveis


O abastecimento da frota de carros oficiais dos deputados federais, uma das benesses concedidas pela Câmara, custou mais de R$ 13,8 milhões ao contribuinte no ano passado. A crise econômica parece não ter sido sentida por suas excelências, que gastaram quase o mesmo valor de 2014, R$ 13,9 milhões, em combustíveis e lubrificantes. O levantamento é da Operação Política Supervisionada (OPS), do ativista Lúcio Batista.
Quem mais gastou em combustíveis na Câmara, no ano passado, foi o deputado Flaviano Melo (PMDB/AC): R$ 51.310,95. O valor médio da gasolina fechou 2015 a R$ 3,63, segundo a Agência Nacional do Petróleo. Daria para Melo comprar ao menos 14.135 litros. Flaviano Melo bateu o recorde de 2014, quando quatro deputados gastaram, cada um, R$ 49,5 mil em combustíveis e lubrificantes. Para Lúcio Batista, conhecido por Lúcio Big, ‘a falta de controle no uso de verba indenizatória propicia verdadeira farra com dinheiro público’.
Fonte: Jornalista Cláudio Humberto

Conta de luz do brasileiro deve aumentar até 15% neste ano


Apesar da folga no abastecimento de energia, a conta de luz dos brasileiros deve seguir aumentando em 2016. A previsão da consultoria Thymos Energia é que o reajuste médio das distribuidoras fique entre 3% e 15%, a depender da região atendida.
O número está muito abaixo dos mais de 50% registrados em 2015, quando a combinação de energia térmica cara, empréstimos a distribuidoras, dólar mais alto e fim de aportes do Tesouro Nacional ao setor formou a tempestade perfeita.
Mas contrasta com o preço no mercado de curto prazo, utilizado para fechamento de contas no setor e que obedece apenas a critérios de oferta e demanda.
A cotação deve ficar perto do piso regulatório de R$ 30 por megawatt-hora (MWh), nas contas da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). Na maior parte de 2015, esse valor ficou próximo do teto de R$ 388/MWh.
A razão da diferença ainda está na “herança” dos últimos dois anos a ser paga pelos consumidores. A maior parte dos mais de R$ 20 bilhões emprestados às distribuidoras durante o período de seca — e que se transformam em quase R$ 35 bilhões se considerados juros – ainda está para cair na conta nos próximos quatro anos. As distribuidoras também compraram energia cara na seca e que ainda não foi para as tarifas.”
Coluna Radar, da Veja Online

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